sábado, 30 de outubro de 2010

A Importância do Perdão

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.

Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:

- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo.

Desejo tudo de ruim para ele.

Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:

- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.

O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:

- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.

O menino achou que seria uma brincadeira divertida e passou mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:

- Filho como está se sentindo agora?

- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.

O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:

- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.

O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então lhe diz ternamente:

- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você

O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.

Cuidado com seus pensamentos, eles se transformam em palavras;

Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações;

Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos;

Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter;

Cuidado com seu caráter, ele controla o seu destino

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Best , eu amo você !
Não importa a distância ,o que os outros digam , pensem ou até falem , pq apesar das brigas , dos pitis , eu te amo e vc como ninguém sabe cuidar de mim , vc me conhece como ninguém , e a verdadeira  amizade é isso , é brigar qndo nescessário , puxar a orelha mesmo , pq quem ama cuida , e quem cuida corrige , eu posso falar verdadeiramente que eu amo vc , que confio em vc de olhos fechados , pq eu sei que independente de qualquer coisa vc nunca vai me deixar sozinha . Me sinto muito bem ao seu lado , e sei que  eu posso confiar , é pra você  meu olhar mais sincero , o meu sorisso mais bonito (mesmo que eu não esteja mt afim) iasoiaosaosoasoai' . Amiga eu sempre estarei aqui para o que vc precisar , obrigada por todos os momentos que passamos juntas , pq em todos eles eu me diverti , apenas pelo simples fato de vc estar lá ,O Senhor que colocou vc na minha vida , Deus nos uniu <3
te amo mt mt mt Best , *-*

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Amadurecer é opcional ;D

AMADURECER OU ENVELHECER

No primeiro dia na Universidade, nosso professor se apresentou e nos pediu que procurássemos conhecer alguém que não conhecíamos ainda.
Fiquei de pé e olhei ao meu redor, quando uma mão me tocou suavemente no ombro.
Era uma velhinha enrugada, cujo sorriso iluminava todo seu ser.
- Oi, gato! Meu nome é Rose. Tenho oitenta e sete anos. Posso te dar um abraço?
Ri e lhe respondi com entusiasmo:
- Claro que pode!
Ela então me deu um abraço muito forte. Perguntei-lhe:
- Por que a senhora esta na universidade numa idade tão jovem, tão inocente?
Rindo, respondeu:
- Estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos, e logo me aposentar e viajar.
- Eu falo serio! - lhe disse. Queria saber o que a tinha motivado a afrontar esse desafio na sua idade. E ela disse:
- Sempre sonhei em ter uma educação universitária e agora vou ter!
Depois da aula caminhamos ao edifício da associação de estudantes e compartilhamos uma batida de chocolate. Nos fizemos amigos em seguida.
Todos os dias, durante os tres meses seguintes, saiamos juntos da classe e falávamos sem parar. Fascinava-me escutar a esta "maquina do tempo". Ela compartilhava sua sabedoria e experiência comigo.
Durante esse ano, Rose se fez muito popular na Universidade. Fazia amizades aonde ia. Gostava de vestir-se bem e se deleitava com a atenção que recebia dos outros estudantes. Desfrutava muito.
Ao terminar o semestre convidamos Rose para falar no nosso banquete de
futebol. Não esquecerei nunca o que ela nos ensinou nessa oportunidade.
Logo que a apresentaram,subiu ao podium. Quando começou a pronunciar o discurso que tinha preparado de antemão, caíram no chão os cartões aonde tinha os apontamentos. Frustrada e um pouco envergonhada se inclinou sobre o microfone e disse simplesmente:
- Desculpem que eu esteja tão nervosa. Deixei de tomar cerveja pela quaresma e este whisky esta me matando! Não vou poder voltar a colocar meu discurso em ordem, assim, se me permitem, simplesmente vou dizer-lhes o que sei.
Enquanto nos riamos, ela aclarou a garganta e começou:
- Não deixemos de brincar só porque estamos velhos; ficamos velhos porque deixamos de brincar. Há só quatro segredos para manter-se jovem, ser feliz e triunfar. Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias.
Temos que ter um ideal.
Quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer.
Há tantas pessoas caminhando por ai que estão mortas e nem sequer sabem!
Há uma grande diferença entre estar velho e amadurecer. Se vocês tem
dezenove anos e ficam na cama um ano inteiro sem fazer nada produtivo se converterão em pessoas de vinte anos. Se eu tenho oitenta e sete anos e fico na cama por um ano sem fazer nada terei oitenta e oito anos. Todos podemos envelhecer. Não requer talento nem habilidade para isso.
O importante é amadurecermos, encontrando sempre a oportunidade na mudança.
Não me arrependo de nada. Os velhos geralmente não se arrependem do que fizeram, senão do que não fizeram. Os únicos que temem a morte são os que tem remorso.
Terminou seu discurso cantando 'A Rosa'. Nos pediu que estudássemos a letra da canção e a colocássemos em pratica em nossa vida diária.
Rose terminou seus estudos. Uma semana depois da formatura, morreu tranqüilamente enquanto dormia. Mais de dois mil estudantes universitários assistiram as honras fúnebres para render tributo a maravilhosa mulher que lhes ensinou com seu exemplo que nunca é demasiado tarde para chegar a ser tudo o que se pode ser.

"ENVELHECER é OBRIGATÓRIO; AMADURECER é OPCIONAL".

Amor verdadeiro *-*

AMOR VERDADEIRO
Um famoso professor se encontrou com um grupo de jovens que falava contra o
casamento.
Argumentavam que o que mantém um casal é o romantismo e que é preferível
acabar com a relação quando este se apaga, em vez de se submeter à triste
monotonia do matrimônio.
O mestre disse que respeitava sua opinião mas lhes contou a seguinte história: meus pais viveram 55 anos casados. Numa manhã minha mãe descia as escadas para preparar o café e sofreu um infarto. Meu pai correu até ela, levantou-a como pôde e quase se arrastando a levou até à caminhonete.
Dirigiu a toda velocidade até o hospital, mas quando chegou, infelizmente ela já estava morta. Durante o velório, meu pai não falou. Ficava o tempo todo olhando para o nada. Quase não chorou.
Eu e meus irmãos tentamos, em vão, quebrar a nostalgia recordando momentos
engraçados.
Na hora do sepultamento, papai, já mais calmo, passou a mão sobre o caixão e
falou com sentida emoção:
- Meus filhos, foram 55 bons anos... Ninguém pode falar do amor verdadeiro se não tem idéia do que é compartilhar a vida com alguém por tanto tempo. Fez uma pausa, enxugou as lágrimas e continuou:
- Ela e eu estivemos juntos em muitas crises. Mudei de emprego, renovamos toda
a mobília quando vendemos a casa e mudamos de cidade.Compartilhamos a alegria de ver nossos filhos concluírem a faculdade, choramos um ao lado do outro quando entes queridos partiam. Oramos juntos na sala de espera de alguns hospitais, nos apoiamos na hora da dor, trocamos abraços em cada natal, e perdoamos nossos erros... Filhos, agora ela se foi e estou contente. E vocês sabem por que? Porque ela se foi antes de mim e não teve que viver a agonia e a dor de me enterrar, de ficar só depois da minha partida. Sou eu que vou passar por essa situação, e agradeço a Deus por isso. Eu a amo tanto que não gostaria que sofresse assim...
Quando meu pai terminou de falar, meus irmãos e eu estávamos com os rostos
cobertos de lágrimas. Nós o abraçamos e ele nos consolava, dizendo:
- Está tudo bem, meus filhos, podemos ir para casa. Este foi um bom dia.
E, por fim, o professor concluiu:
- Naquele dia entendi o que é o verdadeiro amor. Está muito além do romantismo, e não tem muito a ver com o erotismo, mas se vincula ao trabalho e ao cuidado a que se professam duas pessoas realmente comprometidas.
Quando o mestre terminou de falar, os jovens universitários não puderam argumentar. Pois esse tipo de amor era algo que não conheciam.
O verdadeiro amor se revela nos pequenos gestos, no dia-a-dia e por todos os
dias.
O verdadeiro amor não é egoísta, não é presunçoso, nem alimenta o desejo de
posse sobre a pessoa amada.
Quem ama, verdadeiramente, prefere sofrer a causar sofrimento. Prefere
renunciar à própria felicidade para promover a felicidade de quem ama.
Alguns dirão que quem age assim não tem amor próprio, mas amor próprio, não
quer dizer individualismo.
O que geralmente acontece com o individualista, em caso de separação pela
morte, é debruçar-se sobre o caixão e perguntar: "o que será de mim?"
Já aquele que ama e se preocupa com o ser amado, perguntará: "o que será
dele? Ou, ou que será dela?"
Isso demonstra que seu amor é grande o suficiente para pensar mais no outro
do que em si mesmo.